a wedo nasceu de uma observação simples: casais queer que iam casar na irlanda passavam meses caçando fornecedor por fornecedor — fotógrafo, dj, celebrante, content creator — e tendo que explicar quem são em cada conversa.
a proposta era juntar profissionais independentes que já trabalham com esse público sob uma marca compartilhada. cada pro mantém o próprio negócio, mas opera dentro de uma camada de branding + processo comum.
o briefing veio assim: tem que ser bilíngue de verdade, neutro em gênero, com cara de coletivo brasileiro-irlandês — não de empresa. e tinha que ter um sistema interno por trás, onde cada membro pudesse gerenciar onboarding, documentos, templates de mensagem.
o que entreguei foi um sistema completo: site público + portal interno + mascote ai + integração de e-mails transacionais. um ano e meio de desenvolvimento iterativo com a fundadora, ainda em evolução.